De volta à origem

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Todo material que faz parte da ação principal da Operação Caixa de Pandora, que tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ), já chegou às mãos dos promotores do Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). São 27 volumes com 5.336 páginas. Há também os apensos: 16 HDs externos, com 160 GB cada. …

 

Todas essas informações foram enviadas pelo relator do caso, ministro Arnaldo Esteves Lima, que determinou o desmembramento do processo para que outros crimes, não tratados na denúncia protocolada em junho pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, sejam investigados.

 

O próprio magistrado sugeriu que sejam apurados indícios em áreas como saúde, educação, obras e eventos. Foi justamente no NCOC que tudo começou, com o primeiro depoimento de Durval Barbosa, em setembro de 2009.

 

Fonte: Coluna Eixo Capital / Correio Braziliense

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