INVESTIGAÇÃO NO DF: SUJEIRA NO ESQUEMA DE LIMPEZA

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Gravações do inquérito indicam propinas para os contratos feitos pela Belacap

Carlos Carone

carone@jornaldebrasilia.com.br

Muitos documentos, grandes quantias em dinheiro e dezenas de textos e gravações foram apreendidas durante o cumprimento de 29 mandados de busca e apreensão nas casas, gabinetes e escritórias das pessoas investigadas pela Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora. Muitas provas ainda estão sendo analisadas, mas já foi feita a análise de boa parte do material apreendido. Há muitos documentos que comprometem políticos que faziam parte da base aliada do então governador José Roberto Arruda.

O Jornal de Brasília teve acesso completo a todos os laudos elaborados pelos agentes que estiveram em cada um dos pontos que foram alvo da operação. Algumas apreensões resultaram na abertura de inquéritos paralelos, como ocorreu com a descoberta do que pode ser esquema de pagamento de propina a pessoas ligadas ao Serviço de Ajardinamento e Limpeza Urbana do Distrito Federal (Belacap).

Os policiais federais acharam no gabinete de Fábio Simão, à época chefe de Gabinete do governador , um arquivo de áudio com um diálogo gravado entre duas pessoas, das quais um homem e uma mulher. A conversa tem como assunto principal o repasse de dinheiro da empresa Qualix, que teria como seu principal dirigente um ex-diretor do Sebrae e criador de cavalos, acostumado a vir para o DF distribuir propina a servidores da Belacap.

Leia mais no Jornal de Brasília deste domingo

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