O governador Agnelo Queiroz imprimiu nova orientação à sua campanha. Seguirá dois eixos. Em primeiro lugar, apostará na enumeração das que considera realizações de seu governo nos últimos três anos e sete meses. Fez a lição de casa, memorizando uma longa sequência de números, que desfia — e desfiará — a cada oportunidade. Pretende dar ênfase maior a saúde, educação e transportes, embora também tenha um discurso pronto para a segurança e para outros temas.
Hora de partir para o bateu-levou
O segundo ponto da nova estratégia do governador é partir para o bateu-levou. Agnelo já se preparou nesse sentido para o último debate, na Band. Seus marqueteiros já o tinham advertido que seria o principal alvo — e, efetivamente, todos os demais candidatos o escolheram. Agnelo compareceu preparado. Contra Arruda, disse o previsível, mas fez acusações duras a Rodrigo Rollemberg — embora deixasse entrever que não conhecia os desdobramentos — e deixou mal o ex-secretário Luiz Pitiman.
Fonte: Eduardo Brito/ Do Alto da Torre/Jornal de Brasília





